O Primeiro Portal de Relações Públicas da Bahia

EXPEDIENTE

Editora Chefe:
Adriana Medeiros

Colaboradores:
Cibele Campos
Mônica Mac-Allister
Marcello Chamusca

Conselho Editorial:
Profa. Cida Ferraz
Marcello Chamusca
Márcia Carvalhal

Diagramação e Edição:
Marcello Chamusca



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EDITORIAL


O ano de 2006 pode ser o marco da consolidação de uma nova fase das relações públicas no Brasil

Muitos acontecimentos marcaram o ano de 2005 como um período de transformações para as relações públicas no Brasil. Essas transformações, no entanto, precisam ser consolidadas pela comunidade de estudantes e profissionais e pelas entidades representativas, sindicatos, conselhos e associações de classe durante este ano de 2006.

As relações públicas brasileiras devem entrar definitivamente em um ciclo positivo de desenvolvimento e ampla expansão da efetiva participação nas discussões da sociedade, consolidando a área nos planos da academia e do mercado, pois, os inegáveis avanços que os profissionais de relações públicas têm alcançado nos últimos anos não estão sendo suficientes para garantir uma realidade melhor para os estudantes de hoje (profissionais de amanhã).

É preciso avançar. É preciso entender que não há mais como ficar “chorando pelo leite derramado”, culpando uns aos outros e isentando-se da responsabilidade como se não fôssemos parte do problema. Não dá mais para ficar simplesmente jogando a culpa da suposta falta de reconhecimento e legitimidade social da profissão nas entidades de classe.

É fato que as nossas entidades de classe não desenvolvem um trabalho que contemplam os anseios e necessidades da comunidade de profissionais de RP no Brasil. Mas, em grande parte, isso se dá devido a falta de recursos e, consequentemente, de condições materiais para se realizar um bom trabalho. Ações de fiscalização, informativas, educativas, dentre outras, demandam profissionais qualificados, tempo e dinheiro, recursos que, infelizmente, os nossos conselhos não possuem por causa dos próprios profissionais que, ou não se registram ou não cumprem com as suas OBRIGAÇÕES para com os conselhos.

Em 2006 essa realidade precisa mudar! É preciso sair do plano da crítica pela crítica e avançar para a crítica pela construção de uma realidade melhor. Os relações públicas de todo esse imenso país, que esteja ou não atuando na área, precisam se unir em torno do fortalecimento das entidades representativas da categoria para consolidar definitivamente uma nova fase para as relações públicas no Brasil.

 

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