O Primeiro Portal de Relações Públicas da Bahia

EXPEDIENTE

Editora Chefe:
Adriana Medeiros

Colaboradores:
Marcello Chamusca
Márcia Carvalhal
Mônica Mac-Allister

Conselho Editorial:
Profa. Cida Ferraz
Marcello Chamusca
Márcia Carvalhal

Diagramação e Edição:
Marcello Chamusca

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EDITORIAL


A hora é de mobilização!

As relações públicas vivem no Brasil um momento que necessita de muita mobilização por parte de toda categoria. Dois eventos marcam esse momento. O primeiro são as decisões tomadas por profissionais de todo o país no I Fórum de Pesquisadores de Relações Públicas e Comunicação Organizacional, realizado em São Paulo, no último dia 15 de outubro, convocado e coordenado pela professora Margarida Kunsch. O segundo é a respeito da apresentação do Projeto de Lei do Senado Nº. PLS 324/2005, que altera a Lei 5.377, de 11 de dezembro de 1967 e que dispõe sobre a regulamentação da atividade de relações públicas no Brasil.

São duas discussões diferenciadas em todos os aspectos, pois, uma trata da Tabela de Áreas do Conhecimento (TAC) do CNPQ, portanto, uma vertente totalmente voltada para a pesquisa e produção de conhecimento acadêmico. Já a outra discussão trata da regulamentação do exercício da profissão de relações públicas e, portanto, tem uma vertente voltada para o mercado e a pratica profissional.

Das duas discussões, no entanto, dependem o futuro da atividade de RP no Brasil. Daí a necessidade de estarmos antenados, buscando informações e procurando meios de nos integrarmos as discussões e decisões relacionadas a essas discussões, pois, cabe a cada um de nós a construção da história da atividade de relações públicas no nosso país. E cada “post” nosso em um fórum de discussão, cada mensagem que enviamos para uma lista de discussão, cada e-mail que enviamos para os nossos amigos, estarão contribuindo para a formação do ethos da nossa categoria e, consequentemente, da nossa identidade.

Nesse sentido, precisamos entender que não há mais espaço para ficar “choramingando” e totalmente imerso no grande e eterno complexo de inferioridade que ainda percebemos em boa parte dos estudantes e profissionais de relações públicas brasileiros. Definitivamente, não somos os “patinhos feios” da comunicação. Somos os cisnes! E a prova disso é que várias outras áreas do conhecimento investem pesadamente nas atividades que, em tese, são PRIVATIVAS de relações públicas, tais como a comunicação interna (RH) e a assessoria de imprensa (Jornalismo).

ANO3 • N°7 • SALVADOR/BA • NOV, 2005

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