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A
hora é de mobilização!
As
relações públicas vivem no Brasil um
momento que necessita de muita mobilização
por parte de toda categoria. Dois eventos marcam esse momento.
O primeiro são as decisões tomadas por profissionais
de todo o país no I Fórum de Pesquisadores
de Relações Públicas e Comunicação
Organizacional, realizado em São Paulo, no último
dia 15 de outubro, convocado e coordenado pela professora
Margarida Kunsch. O segundo é a respeito da apresentação
do Projeto de Lei do Senado Nº. PLS 324/2005, que altera
a Lei 5.377, de 11 de dezembro de 1967 e que dispõe
sobre a regulamentação da atividade de relações
públicas no Brasil.
São
duas discussões diferenciadas em todos os aspectos,
pois, uma trata da Tabela de Áreas do Conhecimento
(TAC) do CNPQ, portanto, uma vertente totalmente voltada
para a pesquisa e produção de conhecimento
acadêmico. Já a outra discussão trata
da regulamentação do exercício da profissão
de relações públicas e, portanto, tem
uma vertente voltada para o mercado e a pratica profissional.
Das
duas discussões, no entanto, dependem o futuro da
atividade de RP no Brasil. Daí a necessidade de estarmos
antenados, buscando informações e procurando
meios de nos integrarmos as discussões e decisões
relacionadas a essas discussões, pois, cabe a cada
um de nós a construção da história
da atividade de relações públicas no
nosso país. E cada “post” nosso em um
fórum de discussão, cada mensagem que enviamos
para uma lista de discussão, cada e-mail que enviamos
para os nossos amigos, estarão contribuindo para
a formação do ethos da nossa categoria e,
consequentemente, da nossa identidade.
Nesse
sentido, precisamos entender que não há mais
espaço para ficar “choramingando” e totalmente
imerso no grande e eterno complexo de inferioridade que
ainda percebemos em boa parte dos estudantes e profissionais
de relações públicas brasileiros. Definitivamente,
não somos os “patinhos feios” da comunicação.
Somos os cisnes! E a prova disso é que várias
outras áreas do conhecimento investem pesadamente
nas atividades que, em tese, são PRIVATIVAS de relações
públicas, tais como a comunicação interna
(RH) e a assessoria de imprensa (Jornalismo).
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