2
- Capacitação para o Engajamento dos Stakeholders:
tem como objetivo envolver os stakeholders e capacitá-los
para gerir e participar do projeto social a ser desenvolvido no
escopo do Ciclo.
3
- Planejamento Institucional voltado para o Mercado Social e Planejamento
em Marketing Social: Compreende dois sub-componentes. O primeiro
é o planejamento institucional voltado para o mercado social,
que objetiva identificar o perfil social da empresa, o segmento
social que será contemplado e o levantamento de necessidades
e demandas sociais dos gestores envolvidos e do próprio segmento.
Para isso deve-se identificar os seguintes sub-produtos: Segmentação
Social, Vocação Social e Estrutura Organizacional
Ideal. O segundo sub-componente é o Planejamento de Marketing
Social que deverá apresentar as formas de identificação
do Marketing Mix Social.
4
- Implementação e Monitoramento: Nesta etapa são
apresentadas as diretrizes que permeiam a implementação
do Ciclo Social e as formas de acompanhamento desta implementação.
Esta é a que demanda maior tempo, pois todas as etapas anteriores
são colocadas em prática no campo de atuação
delimitado;
5
- Avaliação Qualitativa: nesta etapa deverá
ser realizada uma pesquisa de avaliação do Ciclo,
através de grupos focais, com os stakeholders e o segmento
social identificado.
Ao
criar um Ciclo de Gestão em RSC para uma empresa do setor
de vestuário masculino com tradição no Rio
Grande do Sul, mas há pouco tempo em Brasília, facilitará
a adoção desse comportamento à filosofia da
empresa e a seus stakeholders, pois ambos evoluem com a essência
da responsabilidade social. A disseminação cada vez
maior de ações como o Ciclo, proporcionará
a uma sociedade competitiva, o diferencial no cenário empresarial.
Além
disso, é perceptível que a inovação,
qualidade de vida, promoção de talentos, valorização
do ser humano e a responsabilidade com o social, são receitas
para desenvolver com sustentabilidade a sociedade como um todo.
Isso gera maiores riquezas e oportunidades, sem comprometer o futuro.
A implementação do Ciclo Social nesta empresa, fará
com que esta prática social seja disseminada, tornando cada
vez mais comum a mudança, para o impacto social.
Diante
desta realidade, a comunicação tem papel essencial
para a transformação da sociedade. Como base de toda
relação, ela tem a função de integrar
pensamentos, trocar experiências, mudar atitudes, definir
comportamentos. A comunicação tem que disseminar a
consciência de que ter responsabilidade social é muito
mais do que ser um cidadão cumpridor de seus deveres e conhecedor
de seus direitos. É sentir-se e ser responsável pelo
bem estar de toda a sociedade e do meio ambiente.
Percebe-se
o quão importante e estratégico é usar a comunicação
como ferramenta transformadora para a mudança da realidade.
O profissional de comunicação, muito mais que um especialista
em sua área, deve ser um disseminador de esperanças
e de concretização de sonhos. Ele é responsável
por apresentar à sociedade possibilidades de mudanças
na realidade vivida, através de pequenos atos, para juntos
promoverem mudanças em todos os aspectos sociais.
Os
profissionais de Comunicação devem rever seus conceitos
acadêmicos e perceber o seu papel na gestão da cidadania,
sendo agentes de mudanças dentro das instituições
em que atuam. É preciso perceber que muito mais que ganhar
dinheiro deve preocupar-se com a sociedade e no quanto o desenvolvimento
desta influencia as organizações. É necessário
ser ponte entre os interesses das empresas e as necessidades da
sociedade, para que ambos cresçam de forma satisfatória.
Ao
utilizar a Comunicação Integrada na implementação
de um Ciclo de Gestão em Responsabilidade Social Corporativa,
potencializa-se o impacto social a ser alcançado pelo programa
desenvolvido na empresa. Esse novo olhar para a prática social,
permite que cada vez mais empresas atuem como agentes de mudanças,
contribuindo para a formação de uma sociedade mais
justa e igualitária. |