O Primeiro Portal de Relações Públicas da Bahia

Editora-chefe:
Esp. Márcia Carvalhal

Colaboradores:
Dr. Fábio França
Ms. Roberto Fonseca Vieira
Luis Fernando Veríssimo

Conselho Editorial:
Ms. Cida Ferraz
Esp. Marcello Chamusca

Comissão Científica :
Dr. Fábio França
Dr. Wilson Bueno
Dra. Maria José C. Oliveira
Dr. Marcial Murciano
Dr. Gerardo Albarrán

Edição e Diagramação:
Esp. Marcello Chamusca

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Uma nova era?

A profissão de relações públicas no Brasil indiscutivelmente está passando por uma profunda transformação. São patentes os novos rumos que as entidades representativas de classe começam a tomar, bem como a postura diferenciada dos estudantes e profissionais, frente às demandas de mercado, além do enfrentamento dos desafios da construção de um corpus teórico cada vez mais consistente para a legitimação da profissão na sociedade contemporânea.

Há quase consenso entre estudantes e profissionais de relações públicas de todo o país de que vivemos um momento especial, muito mais propício aos avanços e às conquistas que sempre se almejou. Fala-se numa aura positiva que paira no âmbito das relações públicas no Brasil desde 2006, ano em que houve uma espécie de despertamento da comunidade diretamente ligada às relações públicas brasileiras, a respeito da importância e da essencialidade desta profissão para as organizações no contexto atual.

Características negativas identitárias da categoria, no entanto, infelizmente, ainda permanecem em alta, conforme se constatou no recente episódio da bem-humorada crônica “Pombas”, de autoria do genial Luis Fernando Veríssimo, em que a combinação de complexo de inferioridade, mania de perseguição e o choramingo gratuito e abundante, do ranço ainda remanescente da antiga postura da categoria, deu um triste e melancólico tom de retrocesso no ideal de avanço e conquistas que se pleiteava nos últimos tempos.

Este simples, mas significativo episódio, levou a comunidade a uma profunda reflexão e a assumir uma postura muito mais cuidadosa na afirmação de que as relações públicas brasileiras estariam entrando numa nova era de prosperidade e avanços, uma vez que os antigos ranços ainda persistem e continuam tendo, ainda que cada vez em menor proporção, expressão representativa na comunidade. A pergunta que fica depois deste episódio, portanto, é: entramos de fato numa nova era de avanços e prosperidade para a profissão de relações públicas no Brasil?

 

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