O Primeiro Portal de Relações Públicas da Bahia

Editora-chefe:
Márcia Carvalhal

Colaboradores:
Dr. Roberto Porto Simões
Ms. Luiz Gonzaga
Ms. Éllida Neiva Guedes

Conselho Editorial:
Ms. Cida Ferraz
Marcello Chamusca

Comissão Científica :
Dr. Fábio França
Dr. Wilson Bueno
Dra. Maria José C. Oliveira
Dr. Marcial Murciano
Dr. Gerardo Albarrán

Edição e Diagramação:
Marcello Chamusca

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O momento é de integração (mobilização mais união)!

As relações públicas no Brasil vivem mais um momento de decisão. No próximo dia 10 de outubro aqueles profissionais que estão em dia com as suas obrigações com o conselho de classe terão oportunidade de interferir no rumo da história, escolhendo seus representantes para o próximo mandato das gestões regionais e da gestão nacional do conselho.

Infelizmente apenas uma pequena parte das dezenas de milhares de bacharéis formados no Brasil estará apta a votar no próximo dia 10. Isso porque a grande maioria deles ou não tem registro ou está inadimplente com o sistema. Mas o mais triste é que os inadimplentes só estão inaptos para exercer a sua cidadania e a sua consciência de classe, mas estão mais aptos do que nunca para reclamar da falta de reconhecimento do mercado e da sociedade para com a profissão.

Fatos como este, desvela uma realidade que indica que a profissão de relações públicas no Brasil exige união e mobilização. Mobilização para conscientizar os colegas de todo o Brasil da necessidade de formar uma classe profissional de verdade, que sabe da sua importância no atual contexto social e, consequentemente, se impõe diante de um mercado cada vez mais competitivo. União para superar as diferenças e se alinhar ao que deveria ser a meta de todos: o fortalecimento das entidades representativas e a conseqüente valorização da profissão.

Infelizmente, apesar de toda atmosfera de união e mobilização que se percebe hoje entre profissionais de todo o pais, fomentada pela campanha nacional de valorização da profissão de relações públicas em andamento, e pelas diversas iniciativas que explodem em cada canto do país, tentando fortalecer e valorizar a profissão, não houve consenso entre os profissionais que pleiteiam a direção do CONFERP e se instaurou uma disputa eleitoral em meio ao ambiente de união e mobilização.

Sem dúvida, uma eleição é algo legítimo e importante para a consolidação do processo democrático. Contudo, este não seria o momento de disputa e sim de superação das diferenças, de tolerância aos diversos discursos, de formação de uma chapa única em prol de um grande projeto nacional para o fortalecimento da profissão de relações públicas como classe organizada e pronta para exercer a sua função estratégica no âmbito da sociedade contemporânea brasileira.

Como decidir entre a Mobilização (chapa1) e União (chapa2) se precisamos das duas?

 

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