| O
momento é de integração (mobilização
mais união)!
As
relações públicas no Brasil vivem mais
um momento de decisão. No próximo dia 10 de
outubro aqueles profissionais que estão em dia com
as suas obrigações com o conselho de classe
terão oportunidade de interferir no rumo da história,
escolhendo seus representantes para o próximo mandato
das gestões regionais e da gestão nacional
do conselho.
Infelizmente
apenas uma pequena parte das dezenas de milhares de bacharéis
formados no Brasil estará apta a votar no próximo
dia 10. Isso porque a grande maioria deles ou não
tem registro ou está inadimplente com o sistema.
Mas o mais triste é que os inadimplentes só
estão inaptos para exercer a sua cidadania e a sua
consciência de classe, mas estão mais aptos
do que nunca para reclamar da falta de reconhecimento do
mercado e da sociedade para com a profissão.
Fatos
como este, desvela uma realidade que indica que a profissão
de relações públicas no Brasil exige
união e mobilização. Mobilização
para conscientizar os colegas de todo o Brasil da necessidade
de formar uma classe profissional de verdade, que sabe da
sua importância no atual contexto social e, consequentemente,
se impõe diante de um mercado cada vez mais competitivo.
União para superar as diferenças e se alinhar
ao que deveria ser a meta de todos: o fortalecimento das
entidades representativas e a conseqüente valorização
da profissão.
Infelizmente,
apesar de toda atmosfera de união e mobilização
que se percebe hoje entre profissionais de todo o pais,
fomentada pela campanha nacional de valorização
da profissão de relações públicas
em andamento, e pelas diversas iniciativas que explodem
em cada canto do país, tentando fortalecer e valorizar
a profissão, não houve consenso entre os profissionais
que pleiteiam a direção do CONFERP e se instaurou
uma disputa eleitoral em meio ao ambiente de união
e mobilização.
Sem
dúvida, uma eleição é algo legítimo
e importante para a consolidação do processo
democrático. Contudo, este não seria o momento
de disputa e sim de superação das diferenças,
de tolerância aos diversos discursos, de formação
de uma chapa única em prol de um grande projeto nacional
para o fortalecimento da profissão de relações
públicas como classe organizada e pronta para exercer
a sua função estratégica no âmbito
da sociedade contemporânea brasileira.
Como
decidir entre a Mobilização (chapa1) e União
(chapa2) se precisamos das duas?
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