»
Sobre o portal
1.
Quando o portal foi criado?
2. Qual o principal objetivo
deste projeto?
3. Qual a sua missão?
4. Qual a sua visão?
»
Sobre os idealizadores e gestores
do portal
»
Sobre Relações Públicas
1.
Quais as características da profissão
de Relações Públicas?
2. Como se dá o processo
de Relações Públicas?
3. Em que posição
o cargo de Relações Públicas
deve estar no organograma da organização?
4. Qual exatamente a função
do profissional de Relações Públicas?
5. Quais as atividades específicas
de Relações Públicas?
6. Quais as áreas de atuação
de um profissional de RP?
7. Quem são os profissionais
de maior destaque na Iberoamérica?
8. Quais são os autores
de maior destaque e as principais publicações
da área?
»
Sobre valorização da profissão
1.
Por que a profissão de relações
públicas ainda não é tão
valorizada quanto deveria?
2.
Por que as entidades de classe não atuam
neste campo?
3.
Já houve alguma iniciativa que envolvesse
estudantes e profissionais em um movimento nacional
com o propósito de valorizar a profissão?
4.
Como posso ajudar para valorizar a nossa profissão?
»
Outros temas
Sobre
o portal
1.
Quando o portal foi criado?
Em
maio de 2003, pelos então estudantes de
relações públicas Marcello
Chamusca e Márcia Carvalhal.
»
topo »
2.
Qual o principal objetivo deste projeto?
Ser
um canal aberto para todos os que desejam trocar
informações sobre a atividade de
relações públicas, buscando
de forma incansável a integração
dos estudantes, professores e profissionais de
relações públicas na Iberoamérica,
na tentativa de formar uma comunidade cada vez
mais unida, coesa, articulada e participativa.
»
topo »
3.
Qual a sua missão?
Ser
um canal de comunicação permanente,
em via de mão dupla, para a livre manifestação
da comunidade de relações públicas
de toda a Iberoamérica.
»
topo »
4.
Qual a sua visão?
Ser
o maior e mais completo canal de comunicação
da Internet ibero-americana, dentre os que trazem
conteúdo voltado para estudantes, professores
e profissionais de relações públicas.
»
topo »
Sobre os idealizadores
e gestores do portal
1.
Quem são os idealizadores e gestores do
portal?
Marcello
Chamusca
Mestrando em Planejamento Territorial e Desenvolvimento
Social; Pós-graduado em Educação
Tecnológica; Bacharel em Comunicação
Social/Habilitação em Relações
Públicas; pesquisador da área de
cibercultura vinculado ao CNPq; professor da Universidade
Salvador (UNIFACS); coordenador e professor do
curso de Relações Públicas
da Faculdade Isaac Newton; membro do Conselho
Editorial da Revista Alagoana de Relações
Públicas; membro dos Comitês Organizador
e Científico da Cúpula Ibero-americana
de Comunicadores; coordenador do Prêmio
Relações Públicas do Brasil
e do Seminário Brasileiro de Valorização
da Profissão de Relações
Públicas (SEMBRARP). Como conferencista
internacional já esteve em 7 países
da Europa e América Latina. É diretor
geral do Portal RP-Bahia; editor do Guia de Relações
Públicas na Internet, da revista digital
RP em Revista, do Boletim Orgulho de Ser RP, do
Jornal Plantão RP-Online, da Rádio
RP-Online e da RP TV. Atua como consultor de Relações
Públicas para várias organizações,
com trabalhos realizados/em andamento na Odebrecht
S/A, Coelba/Neoenergia, Global S/A, Instituto
Procardíaco, Apae Salvador, dentre outras.
É autor do livro Relações
Públicas do Brasil (2007); autor de quase
40 artigos publicados em livros, periódicos
científicos e sites especializados na área
de comunicação e educação,
além de diversos artigos apresentados/publicados
em anais de eventos internacionais no Brasil e
no exterior. Vencedor do Prêmio Iniciacom
2005 na categoria Comunicação Institucional
e Relações Públicas. Foi
o primeiro estudante (ainda em nível de
graduação) da história a
ministrar uma conferência magistral num
evento acadêmico internacional.
Márcia
Carvalhal
Mestranda em Planejamento Territorial e Desenvolvimento
Social; Pós-graduada em Educação
Tecnológica; Bacharel em Comunicação
Social/Habilitação em Relações
Públicas; pesquisadora da área de
cibercultura vinculado ao CNPq; professora da
Faculdade Isaac Newton; membro do Comitê
Organizador da Cúpula Ibero-americana de
Comunicadores; coordenadora do Prêmio Relações
Públicas do Brasil e do Seminário
Brasileiro de Valorização da Profissão
de Relações Públicas (SEMBRARP).
Como conferencista internacional já esteve
em 7 países da Europa e América
Latina. É diretora de conteúdo do
Portal RP-Bahia; editora da revista digital RP
em Revista, do Boletim Orgulho de Ser RP, do Jornal
Plantão RP-Online, da Rádio RP-Online
e da RP TV. Atua como consultora de Relações
Públicas para várias organizações,
com trabalhos realizados/em andamento na Odebrecht
S/A, Coelba/Neoenergia, Global S/A, Instituto
Procardíaco, Apae Salvador, dentre outras.
É autora do livro Relações
Públicas do Brasil (2007); autora de quase
40 artigos publicados em livros, periódicos
científicos e sites especializados na área
de comunicação e educação,
além de diversos artigos apresentados/publicados
em anais de eventos internacionais no Brasil e
no exterior. Vencedora do Prêmio Iniciacom
2005 na categoria Comunicação Institucional
e Relações Públicas.
»
topo »
Sobre Relações Públicas
1.
Quais as características da profissão
de Relações Públicas?
A
profissão de relações públicas
é regulamentada no Brasil desde 1967. Neste
sentido, para exercê-la é necessário
obtenção do título de bacharel
ou de especialista na área e registro no
Conselho Regional de Profissionais de Relações
Públicas (CONRERP).
Quando
da sua regulamentação em 1967, a
profissão já era exercida por muitos
profissionais com formação em outras
áreas do conhecimento, desde o início
do século XX. Neste sentido, foi criada
a categoria dos provisionados, profissionais que
não têm formação acadêmica
específica na área, mas que tinham
como provar que atuavam como relações
públicas no mercado. Entre esses profissionais
estão algumas das mais importantes personalidades
da área, tais como Cândido Teobaldo,
Roberto Porto Simões, Vera Giangrande,
dentre outros.
»
topo »
2.
Como se dá o processo de Relações
Públicas?
O
processo de relações públicas
se dá a partir do pensar estratégico
sobre o seu principal objeto: a qualidade das
relações estabelecidas entre a organização
e seus diversos públicos. Consiste em:
(1) diagnosticar a dinâmica no sistema organização-públicos,
na sua conjuntura social, política, econômica
e tecnológica; (2) prognosticar o que irá
acontecer, neste sistema, a curto e médio
prazos; (3) assessorar os líderes nas políticas
organizacionais, dando pareceres relacionados
com o diagnóstico encontrado; (4) implantar
programas de ações de comunicação
e relacionamento; e, por fim, (5) avaliar os resultados
das intervenções realizadas nos
relacionamentos estabelecidos no sistema organização-públicos.
»
topo »
3.
Em que posição o cargo de Relações
Públicas deve estar no organograma da organização?
Existem
muitas controvérsias a respeito desta questão.
Uma coisa, entretanto, é praticamente consensual:
para que o processo de relações
públicas se estabeleça com sucesso
é preciso que o profissional tenha trânsito
tanto entre a alta direção quanto
entre os funcionários que compõem
a base do organograma organizacional, visto que
a sua condição é de mediador
de interesses e de gestor das relações
estabelecidas no âmbito organizacional.
Neste sentido, o cargo de relações
públicas precisa ser posicionado próximo
a alta direção no organograma da
organização. O ideal, portanto,
é que tenha status de diretoria ou de vice-presidência
no organograma.
»
topo »
4.
Qual exatamente a função do profissional
de Relações Públicas?
A
função do profissional de relações
públicas é a de gerir os processos
de relacionamento no sistema organização-públicos,
institucionalizando instrumentos e processos comunicacionais
e/ou administrativos, sempre visando à
manutenção da qualidade destas relações.
Neste
sentido, é função do RP coordenar
a implementação de instrumentos
de comunicação com propósitos
de qualificar relações com públicos
de interesse, bem como pensar em estratégias
para introduzir esses instrumentos na cultura
organizacional e proporcionar uma boa assimilação
por parte desses públicos do discurso da
organização, legitimando-a perante
a sociedade.
É
função primordial do profissional
de relações públicas cuidar
da imagem da organização, este bem
intangível de alta complexidade e que se
constitui como um dos principais focos das organizações,
pela sua dimensão estratégica no
contexto contemporâneo.
»
topo »
5.
Quais as atividades específicas de Relações
Públicas?
São
atividades de relações públicas
todas aquelas que envolvem diretamente o processo
de relacionamento estabelecido entre a organização
e seus públicos de interesse, dentre as
quais:
- planejamento e manutenção de instrumentos
de comunicação interna e externa;
- planejamento e manutenção de programas
de comunicação interna e externa;
- gestão das áreas de atendimento
e relacionamento com públicos estratégicos;
- elaboração, aplicação
e análise de resultados de pesquisas de
opinião, expectativa e pesquisas institucionais
em geral;
- planejamento e manutenção de programas
de relacionamento com públicos estratégicos,
tais como imprensa, comunidade, funcionários,
fornecedores, acionistas, dentre outros.
»
topo »
6.
Quais as áreas de atuação
de um profissional de RP?
a)
Governo (Relações Públicas
Governamentais) – Atuação
em todos os escalões, nos âmbitos
municipal, estadual e federal.
b)
Empresas (Relações Públicas
/ Comunicação Empresarial / Comunicação
Interna / Assessoria de Imprensa / Relações
Públicas Internacionais)
– Amplo campo de atuação no
contexto das empresas comerciais, industriais
ou de serviços; de pequeno, médio
ou grande porte; varejista ou atacadista; individual,
sociedade limitada ou sociedade anônima;
de capital aberto ou fechado, misto ou privado.
c)
Terceiro Setor (Relações Públicas
Comunitárias / Relações Públicas
Populares) – Fundações,
associações, sindicatos, instituições
filantrópicas, igrejas e organizações
não governamentais em geral, além
de movimentos sociais que lutam por questões
sociais, ambientais ou econômicas.
d)
Ensino – Atuação
em cursos de curta duração; ensino
superior nas áreas de comunicação,
administração e demais cursos ligados
as Ciências Sociais Aplicadas e Ciências
Humanas; ou ainda em curso de pós-graduação
em nível de especialização,
mestrado ou doutorado. Nestes últimos casos,
será preciso que o profissional possua
titulação compatível com
o nível que vai atuar, além da formação
de bacharel.
»
topo »
7.
Quem são os profissionais de maior destaque
na Iberoamérica?
a)
Mercado – João Alberto
Ianhêz; Carlos Eduardo Mestieri; Flávio
Schmith; Carolina Frazon Terra; Karla de Melo;
Ana Lúcia Novelli; Gisele Lorenzetti; José
Carlos Fonseca Ferreira; Nemércio Nogueira;
Newton Garcia; Mateus Furlanetto. Lista completa
de profissionais de mercado pode ser acessada
na seção profissionais.
b)
Academia – Roberto Porto Simões;
Margarida Maria Khrolling Kunsch; Fábio
França; Claudia Peixoto de Moura; Sidinéia
Gomes Freitas; Maria Aparecida Ferrari; Waldyr
Gutierrez Fortes; Cleuza Gertrudes Gimenes Cesca;
Souvenir Maria Graczyk Dornelles; Roberto Fonseca
Vieira; Maria José da Costa Oliveira; Cicília
Peruzzo; Heloíza Matos; Marcondes Neto;
Rudimar Baldissera; Luís Alberto de Farias.
Lista completa de profissionais da academia pode
ser acessada na seção profissionais.
»
topo »
8.
Quais são os autores de maior destaque
e as principais publicações da área?
Os
principais autores da área e as suas publicações
mais significativas são:
Autor: Cândido Teobaldo
de Souza Andrade
Obras: Para entender Relações
Públicas (1962); Curso de relações
públicas: relações com os
diferentes públicos (1970); Psico-sociologia
das relações públicas (1975);
Dicionário Profissional de Relações
Públicas e Comunicação (1978);
Administração de Relações
Públicas no Governo (1982); Como Administrar
Reuniões (1988).
Autor:
Roberto Porto Simões
Obras: Relações
Públicas: função política
(1995); Relações Públicas
e micropolítica (2001); Informação,
Inteligência e Utopia - Contribuições
à Teoria de Relações Públicas
(2006).
Autor:
Margarida Kunsch
Obras: Relações
públicas e modernidade: novos paradigmas
na comunicação organizacional (1997);
Obtendo resultados com relações
públicas (1997) (org); Planejamento de
relações públicas na comunicação
integrada (2003); Relações Públicas
Comunitárias (2007) (org).
Autor:
Fábio França
Obras: Manual da qualidade em
projetos de comunicação (1997);
Públicos: como identificá-los em
uma nova visão estratégica (2004).
Autor:
Waldyr Gutierrez Fortes
Obras: Pesquisa Institucional:
diagnóstico organizacional para Relações
Públicas; Transmarketing: estratégias
avançadas de relações públicas
no campo do marketing (1999); Relações
públicas: processos, funções,
tecnologia e estratégias (2003).
Autor:
Cleusa Gertrudes Gimenes Cesca
Obras: Comunicação
Dirigida Escrita na Empresa; Relações
Públicas e suas interfaces (org); Organização
de eventos.
Autor:
Cicília Maria Krohling Perruzzo
Obras: Relações
Públicas no modo de produção
capitalista; Comunicação nos movimentos
populares – na construção
da cidadania.
»
topo »
Sobre valorização da profissão
1.
Por que a profissão de relações
públicas ainda não é tão
valorizada quanto deveria?
Essa
é uma questão complexa e controversa.
Contudo, alguns elementos são quase consensuais
na atualidade:
a)
Conselho inoperante – dirigentes
sem compromisso com as transformações
necessárias a adaptação da
profissão ao contexto contemporâneo,
entidades mergulhadas na inércia e extremamente
ineficientes;
b)
A estética do choramingo
– parte da categoria ainda perde mais tempo
choramingando do que produzindo conhecimento e/ou
resultados para as organizações.
Enquanto choram não permanecem com os olhos
suficientemente abertos para compreender a nova
realidade que se esboça na sua frente e
nem conseguem enxergar as muitas oportunidades
que surgem. Além disso, os encontros e
eventos específicos da área ainda
são dedicados 90% ao choramingo e a promoção
de uma espécie de terapia de grupo para
entender os motivos dos seus fracassos pessoais
e apenas 10% para a reflexão e construção
de novos conhecimentos que possam fortalecer o
corpus teórico e os aspectos técnicos
da atividade. Enquanto isso na “sala de
justiça”, os jornalistas, os mercadólogos,
e os administrados, sobretudo os da área
de RH, fazem a festa desenvolvendo, com muita
competência, as atividades ditas privativas
de relações públicas nas
organizações. Em Direito, há
uma máxima que diz: a Lei não beneficia
os que dormem. Em relações públicas
podemos adaptar esta máxima da seguinte
forma: o Mercado não beneficia os que choram.
»
topo »
2.
Por que as entidades de classe não atuam
neste campo?
Pela
falta de compromisso que a maioria dos dirigentes
tem com a profissão. Muitas pessoas sérias
passaram pela direção das entidades
representativas de classe ao longo da sua história,
mas a politicagem muito enraizada neste ambiente
tem prejudicado os que desejam realizar as transformações
profundas necessárias. Solução:
renovação total. Em 2009, a categoria
terá novamente nas suas mãos a chance
de renovar e, quem sabe, transformar de uma vez
a realidade da profissão para melhor.
»
topo »
3.
Já houve alguma iniciativa que envolvesse
estudantes e profissionais em um movimento nacional
com o propósito de valorizar a profissão?
Sim.
Pelo menos três iniciativas em nível
nacional, além das iniciativas pontuais
realizadas em nível local ou regional.
Das iniciativas nacionais, duas foram realizadas
através das entidades de classe, sem, entretanto,
muito envolvimento dos estudantes e profissionais
de todo o país. Uma delas por iniciativa
própria de dois estudantes da área.
Esta última conseguiu mobilizar de forma
muito mais significativa tanto os estudantes quanto
profissionais renomados, com ações
de intervenção na realidade em todas
as regiões do Brasil e com eventos simultâneos
em mais de 20 estados da federação
em duas oportunidades.
Desta
iniciativa, algumas ações ganharam
grande dimensão e ainda vivem mesmo depois
de encerrada a campanha propriamente dita. São
elas:
-
Prêmio Relações Públicas
do Brasil – que parte para
a terceira edição e tem a cerimônia
de encerramento dentro do maior e mais importante
congresso de comunicação do país,
o Intercom;
-
Seminário Brasileiro de Valorização
da Profissão de Relações
Públicas (SEMBRARP);
-
22 de Novembro – Dia Nacional
de Luta pela Valorização da Profissão
de Relações Públicas;
-
Livro Relações Públicas
do Brasil – Volume I;
-
Memorial On-line da Campanha Nacional
de Valorização da Profissão
de Relações Públicas.
»
topo »
4.
Como posso ajudar para valorizar a nossa profissão?
Além
das ações pessoais e pontuais que
cada um pode realizar ao longo da sua vida profissional,
a proposta do Portal RP-Bahia é a de dar
continuidade a ação em rede do dia
22 de Novembro, ampliando a ação
para todos os estados da federação.
Se você deseja coordenar ou participar da
organização de um evento no seu
estado no próximo dia 22 de novembro entre
em contato pelo e-mail geral@rp-bahia.com.br ou
pelo telefone (71) 9987-6936. Ajude a manter viva
a idéia de valorizar a profissão
de relações públicas.
»
topo »
Outros temas
Caso
não tenha encontrado resposta para o que
procura, entre em contato pelo formulário
abaixo:
|